FASCINANTE

08/11/2014

É Assim Um Amor Celestial

Nada acontece por acaso..."
Assim, tudo o que acontece tem sua razão de ser...
Saiba entender o que se passa na vida...
Chuvas sem explicação,
provocando inundação...
O que a provoca?
De repente, em certas noites,
o céu fica encoberto,
de nuvens todo coberto...
Sentimos falta do brilho do luar,
das estrelas que estavam a brilhar...
Lamentamos a chuva caindo,
e vai a alegria da noite sumindo...
O que em verdade está se passando,
é que as estrelas estão amando,
com os cometas namorando...
Também a lua aproveitando,
e com o sol se encontrando...
Usam as nuvens como refúgio,
mero subterfúgio,
para não perturbar sua privacidade,
e assim, podem se amar com toda intimidade...
Tendo das nuvens a proteção,
podem a esse celestial amor dar vazão...
A chuva que cai, tambem pode ser,
desses amores, as gotas do prazer...
Quando é muita a saudade,
cai aquela tempestade,
mostrando a felicidade
de todo esse amor...
É isso que precisamos entender,
e da chuva, não mais se reclamar...
Afinal, todos tem o direito de se amar... 
Marcial Salaverry

(imagem by Lucia)

Amor É Luz E Calor Da Vida & Luz É A Chave Do Amor


Sempre teremos luz e calor
vivos em nosso interior...
Chovendo ou ensolarado...
Que importa o tempo
que faça lá fora?
Com chuva, ou sem chuva,
sempre teremos a luz
que brota do amor em nossa alma...
Sempre teremos o calor do amor em nosso coração...
Luz e calor que jamais devem fenecer...
Com luz, paz e amor, sempre amar...
Não permitir que a luz do amor
possa por brigas bobas se apagar,
entendendo que é hora de falar
ou quando é melhor se calar...
Sempre levar o amor no coração,
com paz, confiança e muita compreensão...

Marcial Salaverry


Quando sentimos que temos luz,
nosso coração logo nos traz calor,
independe de como está o dia.
O importante é o nosso interior,
e o indicador principal desta alegria,
é quando nasce um amor proativo.
Para que recebamos a Luz,
nunca podemos deixar nosso oponente nos pegar,
porque ele gosta de certas pegadinhas tolas,
que se permitirmos, nos deixam na escuridão.
Quando o ego se aproxima com discussões bobas,
mudemos logo nosso pensamento,
pensemos em assuntos bons,
ele não pode nos dominar,
porque não há nada melhor do que viver em paz.

Beki Bassan


O Que Pode Representar A Amizade Em Nossa Vida

Com segurança podemos afirmar que a amizade é o sentimento mais importante em nossa vida,
pois dela dependemos para dar continuidade a qualquer tipo de relacionamento.
É preciso saber cultivá-la para não perde-la.
Ósculos e amplexos
Marcial
*******

 A amizade é algo realmente muito importante em nossa vida e podemos dizer que amizades verdadeiras, jamais se perdem, desencontram-se por vezes, mas sempre estão presentes, eis que uma vez conquistadas, são perenes, e quando acontece um afastamento, sabem se sentir juntas ainda que distantes...
Para receber amizade, temos que saber doá-la também, pois nossa vida é um autêntico espelho que sempre reflete os  nossos atos, e assim, se doamos bons sentimentos, os receberemos de retorno, sabendo entender que devemos sempre tratar nossos semelhantes como gostariamos de ser tratados...
 
É fácil entender que amor e amizade tem tudo a ver, interdependem-se e caminham de mãos dadas, e que amor sem amizade, com certeza, é caminho para a saudade, e após o fim da paixão inicial, nada mais resta, enquanto que a amizade, mesmo sem amor, à vida traz calor, pois sempre é da amizade que depende o real prazer da companhia que poderá trazer a felicidade, e com certeza, de sentir felicidade, todos temos necessidade, e é algo que exige reciprocidade...
E obter reciprocidade num sentir de amizade, é aquecer a alma...
 
Vamos entender que se realmente é verdade que desta vida nada levamos, pelo menos algo deixamos, justificando nossa passagem pelo mundo, deixando nossas obras, nossas palavras, nossas amizades, que por seu lado, deixam boas lembranças, pois nossas amizades estarão guardando no coração sempre uma doce recordação de tudo o que vivemos juntos...
Por esse motivo, temos que bem viver o presente, que é o maior presente que recebemos no momento presente, e devemos abrir o presente, que são nossas amizades, antes que problemas se apresentem, problemas que poderão ser evitados, desde que se entenda que é preciso saber respeitar espaços e direitos de nossas amizades, para que também possamos receber o mesmo respeito e consideração.
 
Com meus abraços fraternos, saúdo todos aquelas pessoas que recebem minha amizade, e me oferecem a sua, e assim seremos AMIGOS PARA SEMPRE, podendo faz\er de cada dia, sempre UM LINDO DIA...


Marcial Salaverry
 

Tentando Entender O Porquê Da Guerra

Estamos sempre tentando entender o que realmente leva
os líderes mundiais à guerra...
E jamais conseguiremos penetrar nessas mentes doentias...
Osculos e amplexos,
Marcial

 Desde que existe mundo, e tentando entender seu porquê, sempre se discutiu muito sobre a guerra, ou melhor, sobre as guerras, sem que se pudesse chegar a uma conclusão conclusiva sobre seus comos e porquês.
Na verdade, nunca se soube entender quais as reais causas de tanta mortandade com essas sempre constantes guerras,e voltando na História do Mundo, é fácil chegar-se à conclusão de que em todas as guerras havidas, não se conseguirá analisar o real porque dela ter começado, aliás, a única explicação plausível que existe, é que podem ser  atribuidas à irracionalidade do bicho homem...
Antigamente, guerreava-se muito por questões religiosas, mas o fator religioso era mero subterfúgio.  O real motivo sempre foi a ambição desmedida de alguém, com o desejo de dominar outros povos,e talvez o mundo.
Houve muitos tiranos que assumiram abertamente que seu único desejo era submeter a seu jugo todos os povos.  Seu sonho delirante era dominar o mundo.  Esses pelo menos foram coerentes, assumiram perante a História que o real motivo que os levou à guerra, era assumir a liderança mundial sem restrições.  Mesmo que apenas reinasse sobre ruínas.  Mas seria ele o "Dono do Mundo".  Embora destruído, mas seria o "seu mundo".
Mas atualmente esses mesmos motivos ficam ocultos sob a pretensa alegação de devolver a liberdade, ou de eliminar dissensões internas, enfim, sob uma capa de aparente magnanimidade, o mesmo velho e surrado motivo, ou seja, de dominar, de satisfazer a ambição do poder.
Sobre a guerra, recebi de L'Inconnu, uma mensagem bem adequada, principalmente analisando bem a realidade das guerras modernas:
"A guerra é um massacre entre gente que não se conhece, para proveito de pessoas que se conhecem, mas que não se massacram."

E essa é uma grande verdade, pois os soldados que são enviados para o front, em sua maioria, não sabem o que estão fazendo lá, sabem apenas que precisam se defender de outros que vão tentar mata-los.  Não sabem quem são seus inimigos, e nem porque o são, apenas sabem que seus chefes disseram que eles precisam ser patriotas.  E que lhes disseram que precisam ser heróis e morrer pela Pátria, mas esqueceram de acrescentar que o verdadeiro heroísmo seria viver pela Pátria, trabalhando pela Paz.  Esqueceram de dizer que são meros "bois de piranha", para permitir que alguns líderes liberem sua sanha.  Sempre ficando patente que o único beneficiado será o ego monstruoso dessas "personalidades", e, principalmente a indústria de armamentos que a cada guerra,  a cada revolução, ou a cada mera rebelião interna, sempre fatura milhões.
São as pessoas que "se conhecem, mas que não se massacram"...  Limitam-se a fazer pronunciamentos, incitando os bois... digo, os soldados a se digladiarem, "em nome da Pátria".  Tá bom... "Me engana que eu gosto".
A maneira correta de se definir a coisa, era fazer com que os interessados fossem resolver no velho esquema do duelo pessoal quem é o "maioral", ao invés de sacrificar milhões de vidas, apenas para satisfazer suas vaidades pessoais, e os bolsos dos interessados.
Não seria a melhor maneira?

E assim, quem sabe o mundo poderia ter, finalmente,

UM LINDO DIA. 

Marcial Salaverry

Resumo Do Dia 07.11.2014



Por un beso de tu boca, com a vida bem vivida com amor ao luar... E depois de amar ao luar, podemos dizer que a vida é a vida gostosa...
Batendo um papo amigo, nesta amizade na virtualidade, vamos conhecer as aventuras de um brasileiro santista na África...




07/11/2014

Por Un Beso De Tu Boca


Un beso de amor, cuando sincero,
y existe de verdad el amor,
siempre llena la vida de calor...
Cuando se ama de verdad,
los besos siempre traem felicidad...
Nada es mejor que un sincero beso de amor...
Y asi, por tus besos espero...
Marcial Salaverry

Amor Ao Luar & Amar Ao Luar


Amar ao luar,
perto do mar...
Ah!!! o luar,
como estimula o amar...
Amar ao luar...
Sonho de amor...
Suave torpor...
Corpos nus a se unir...
Lua no céu surgir...
Prazer por vir...
prazeroso porvir...

Marcial Salaverry


 Amar ao luar,
seja onde estiver...
ao lado da pessoa amada...
sempre estimula viver
um lindo sonho de amor.
Os corpos se juntam,
beijam-se ardentemente,
a Lua fica mais brilhante...
O amor aquece ...
o prazer chega...
com toda emoção.

Beki Bassan

E A Vida A Vida...

Nada melhor do que bem viver a vida...
Enquanto estamos vivos, claro...

  Vamos viver a vida,
como ela deve ser vivida...
Levando sempre Paz no coração...
Ao invés de uma reclamação,
pense numa oração...
Se alguém quiser lhe prejudicar,
trate de se afastar...
Para que brigar? Melhor silenciar...
Vamos viver a vida,
sempre procurando ajudar,
e se não puder, nada de atrapalhar...
A vida procurando viver...
temos de realmente saber,
como isto fazer...
Queremos ser respeitados...
E quem não o quer?
Então vamos também respeitar...
Meu espaço termina aqui,
o seu começa ali...
Vamos os limites observar...
Não podemos o sinal avançar...
Vamos assim, a vida bem viver...
Procurando evitar problemas, sofrimentos,
para não causar dramas, lamentos...
Vamos viver a vida,
como ela deve ser vivida...
Com diálogo... amizade... carinho...
É esse o verdadeiro caminho...
Temos real necessidade
de saber o que é felicidade...
Felicidade para viver tranqüilamente,
sendo felizes, simplesmente...
Sem falsas acusações,
Provocando frustrações...

Marcial Salaverry

Aventuras De Um Brasileiro "Santista" Na Africa

Por um sonho dito insano, e por circunstancias do Destino,
embarquei em um avião da Lufthansa, e fui parar em Kinshasa-Congo,
após uma conexão em Dakar...
É o começo das aventuras de um brasileiro na África...
Osculos e amplexos,
Marcial
********

Lembro que em princípios de 1969, decidi ir para o Congo, para tentar a chamada "melhoria de vida", além de realizar velhos sonhos. Consegui  meu objetivo, pois saí da crise financeira que estava, e também realizar o velho sonho de explorar as selvas africanas, como Tarzan e Nyoka, e como lucro, vivi aventuras muito interessantes, viajando pelo interior do Congo, seja em um heroico jipe Land Rover, seja em aviões mal equipados, pilotados por sabe Deus quem. E é isso que conto em meu livro.

Iniciando, vamos salientar que sem nenhuma sombra de dúvida a idéia de viver na África chega a ser assustadora, pois sempre fica a impressão dos filmes de Tarzan, do Fantasma, feras sedentas de sangue, antropófagos, e outras coisas mais.

Ao desembarcar no aeroporto de Dakar, fiquei com a nítida impressão de que meus piores temores se confirmavam. Cheguei à meia noite. Uma escuridão de meter medo e pelo caminho do aeroporto até a cidade passei por vielas escuras, cheia de tipos mal-encarados. Ao descer da perua, no hotel,  assustei-me mais ainda, com o tamanho do senegalês que estava dormindo na portaria, cerca de 2 metros de altura e carrancudo, e isto  me preocupou.
Ao entrar no quarto para passar à noite, pois prosseguiria viagem no dia seguinte para Kinshasa-Congo, tomei um cuidado que se revelou ridículo pela manhã: - barricadei a porta do quarto com os móveis disponíveis, acreditando assim estar protegido, talvez, de um possível ataque e só então após este exercício muscular e emocional me senti tranquilo o suficiente, para me deitar e passar a noite.

Tinha um dia livre em Dakar. A conexão para Kinshasa seria só no final da noite. Passeando pela cidade, vi que meus temores haviam sido ridículos, pois estava em uma cidade como qualquer outra do mundo, com os mesmos problemas que encontramos em qualquer grande cidade brasileira,  cheia de gente circulando pelas ruas, carros em profusão, proporcionando um trânsito super caótico.
A finalidade principal, dessa minha parada em Dakar, era conseguir o visto para desembarcar em Kinshasa.  Sendo essa finalidade, dirigi-me à Embaixada do Congo.  O funcionário, responsável pelos vistos, admirou-se profundamente de que um brasileiro desejasse ir  ao Congo.  Para acalmar sua desconfiança, determinou que um assessor me acompanhasse à Embaixada do Brasil, para que  meu passaporte fosse autenticado como brasileiro de fato.   Esta precaução se justificava porque, naquela época, havia muito trânsito de mercenários procurando os países africanos recém libertados, e que ainda apresentavam problemas, e o  Congo era um destes, e era para lá que eu seguia. Muito romântico, sem sombra de dúvida.
Dirimidas as dúvidas, só tive que tentar explicar ao Cônsul do Brasil, que espécie de doido era eu. Obtido o tal visto, preparei-me para a fase final da viagem: Destino Kinshasa.
No desembarque, pude constatar que havia muita similaridade com as coisas do Brasil, pois, para liberação rápida de minha bagagem, bastou uma gorgetinha para o funcionário alfandegário e eis a bagagem prontamente liberada, sem sequer ser examinada.  Muito familiar, sem duvida.

Dessa vez, pude ter uma boa visão do que me aguardava, pois cheguei durante o dia, e assim, apreciei convenientemente a paisagem da capital congolesa.  A entrada da cidade era assustadora, passava bem no meio da “Cité”, como era chamado o bairro predominantemente congolês.  Em tudo e por tudo semelhante a uma imensa favela, o que me levou a perguntar ao meu amigo Paiva, se toda a cidade era assim, sendo que ele em resposta limitou-se a sorrir.
Quando começamos a entrar na cidade propriamente dita, entendi a razão de seu sorriso. Kinshasa era uma cidade como outra qualquer, podendo-se compará-la a, digamos, Cubatão, largas avenidas,  arranha-céus e trânsito, muito trânsito, com péssimos motoristas, que não tinham a mínima consideração pelas leis de trânsito, o que me fez sentir quase em casa.
Depois, as  coisas normais.  A adaptação ao modus-vivendi foi rápida.  Os problemas com o idioma oficial falado no Congo, o francês, foram rapidamente superados, com o chamado Curso de Aprendizado de Idiomas, que qualquer pessoa que tenha a intenção de viver fora de seu país de origem deve fazer, ou seja, aprender as primeiras noções antes de viajar, e o resto, aprender no dia a dia à custa de muitas mancadas.
Logo na primeira semana, já comecei a circular pela cidade, dirigindo um veículo pertencente a meu empregador, Leon Hasson e Freres, dando início às minhas funções de vendedor numa cidade que não conhecia,  mal falando a língua, enfim, fui eu quem procurou aquilo e tinha que me virar para não dar com os burros n’água.
Os problemas raciais eram em parte resolvidos quando eu me identificava como brasileiro e prontamente associado com Pelé.. Sim nosso grande Pelé me quebrou grandes galhos. Sua figura era tão adorada, não só no Congo, como em toda a África, que sempre funcionou como abre-barreiras. Para que se possa ter uma idéia, posso contar um dos episódios em que usei a identificação “pelesistica”.  Foi quando, inadvertidamente, passei entre dois soldados que patrulhavam as ruas. Fiquei sabendo que “cortar” uma patrulha era quase crime hediondo, e então,  os soldados queriam me deter, porém quando, em meu francês macarrônico, consegui me identificar como brasileiro, e lhes mostrei meu passaporte para provar minha identidade, foi que eles arreganharam os dentes num esgar de sorriso, dizendo  “Ah!!! Brasileiro!... Conterrâneo de Pelé!... No Brasil não existe racismo, acreditamos que não foi por mal... mas nunca mais faça isso”.   Logicamente, além de me apadrinhar com o Pelé, também precisei pagar uma cervejinha para os zelosos soldados para que assim o “terrível” crime fosse esquecido.
Após alguns meses, consegui o visto de entrada para minha família, e prontamente remeti a papelada para o Brasil, para que minha esposa e meus 2 filhos pudessem entrar no Congo, acompanhando-me no que todo o restante da família chamava de “a grande loucura”... e quem duvidava disso?
Bem, para que meus familiares tivessem uma bela recepção, aconteceu o inesperado. Justamente naquele dia 12/06/69, os estudantes congoleses resolveram fazer uma revolução. Maravilha!  A chegada do avião estava marcada para as 16 hs.  e, até a hora do almoço, ninguém podia sair às ruas, o aeroporto estava fechado. - E agora, José?  Estava com os nervos em frangalhos, sem saber o que poderia acontecer, se o avião iria aterrizar ou não, enfim, uma crucial expectativa.
Exatamente às 14 hs. fiquei sabendo que a direção da firma conseguira obter a informação de que o avião aterrizaria, e conseguira também uma escolta para que eu pudesse receber minha família. Consegui respirar novamente.  Durante o trajeto até o aeroporto, foi fácil constatar o porque da escolta, pois ainda se escutavam tiros aqui e acolá, barricadas por toda a parte, e soldados, centenas deles, milhares até, procurando encontrar os “malditos rebeldes”.
Ao desembarque, tudo normal. As gorjetas de hábito, e pronto.  Pude, enfim, abraçar e beijar esposa e filhos.  Agora, durante a viagem de volta, nunca mais vou esquecer a expressão dos olhos dos heróis recém chegados, apreciando a movimentação toda. Só não houve mais tiros, pois a revolta já fora sufocada.
A chegada ao lar marcaria um novo episódio em nossas vidas,  como poderá ser lido no livro Um Brasileiro na África. Muitas surpresas nos esperavam, e aventuras quase ficcionais.
Enfim, foi a vida de um brasileiro no Congo, e agora lembrando e relembrando, agradeço ao Amigão, ter este LINDO DIA.

Marcial Salaverry  
 
 

Amizade Na Virtualidade


O mundo virtual pode proporcionar, tanto agradáveis surpresas, 
como também fatos desagradáveis...
É preciso saber usa-la...
Ósculos e amplexos
Marcial
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A Internet desde que bem usada e entendida, pode ser uma fonte inesgotável de boas amizades, que em sua virtualidade chegam a ser mais reais do que as chamadas "amizades reais".
 
Assim, é que podemos notar que a maior beleza de uma amizade virtual, é que sabendo usar nossa imaginação, transportamo-nos para o mundo que queremos viver, e conseguimos vivenciar todas as gostosas sensações que nossa alma está pedindo, e esse sentir virtual chega a ter toques de uma realidade muito gostosa, pois nos atinge diretamente a alma e o coração.

Chegamos a sentir mão na mão, e tocando o coração, vem uma paz gostosa de uma amizade deliciosamente pura, por ser despida de quaisquer interesses materiais, e assim, consegue-se sentir como estando juntos ainda que distantes, em um sentimento de uma muito sincera e linda amizade.

Quantas vezes desejamos alguém perto de nós, quantas vezes ansiamos pela presença de alguém fisicamente distante, mas que consegue estar animicamente a nosso lado...

Vamos entender a diferença que pode haver entre amor virtual e amor físico, e o mesmo se aplica às amizades, vamos considerar que um sentimento virtual pode ser uma realidade, e o sentimento físico pode ser apenas virtualmente um amor...
 
Por vezes uma amizade se afasta, e quando isso acontece, o coração chora, sempre a saudade demora para deixar nosso sentir, isso é algo que o tempo as vezes cura, mas muitas vezes é uma tortura, e para a alma dá uma certa secura, uma falta daquela ternura...
 
 É assim, quando não se aceita uma amizade que pode sempre trazer uma certa felicidade, que vem com aquela alegria de sentir junto, aquele de quem queremos fugir, e assim sendo, é melhor ficar com a amizade, do que apenas curtir a saudade...
Se é verdade que desta vida nada levamos, é certo que algo deixamos, podemos dizer que deixamos nossas obras, nossas palavras, nossas amizades, e são essas amizades, que deixam boas lembranças que sempre estarão guardando no coração pelo menos uma doce recordação...
Por esse motivo, temos que bem viver o presente, que é o maior presente que recebemos no momento presente...
E devemos abrir o presente, que são nossas amizades, antes que problemas se apresentem, e certamente poderemos fazer sempre, de cada dia, UM LINDO DIA...
 
 
Marcial Salaverry